NÃO SEJA "UM BOLA MURCHA "

10 Novembro 2009

ESSE É O CARA

07 Novembro 2009

 ESSE É O CARA
  
Joe Arpaio é o xerife do Condado de Maricopa no Arizona já há bastante tempo e continua sendo re-eleito a cada nova eleição.

Ele criou a 'cadeia-acampamento', que são várias tendas de lona, cercadas por arame farpado e vigiado por guardas como numa prisão normal.

Baixou os custos da refeição para 40 centavos de dólar que os detentos, inclusive, tem de pagar.

Proibiu fumar, não permite a circulação de revistas pornográficas dentro da prisão e nem permite que os detentos pratiquem halterofilismo.

Começou a montar equipes de detentos que, acorrentados uns aos outros, (chain gangs), são levados à cidade para prestarem serviços para a comunidade e trabalhar nos projetos do condado.

Para não ser processado por discriminação racial, começou a montar equipes de detentas também, nos mesmos moldes das equipes de detentos
Cortou a TV a cabo dos detentos, mas quando soube que TV a cabo nas prisões era uma determinação judicial, religou, mas só entra o canal do Tempo e da Disney.

Quando perguntado por que o canal do tempo, respondeu que era para os detentos saberem que temperatura vão enfrentar durante o dia quando estiverem prestando serviço na comunidade, trabalhando nas estradas, construções, etc.

Em 1994, cortou o café, alegando que além do baixo valor nutritivo, estava protegendo os próprios detentos e os guardas que já haviam sido atacados com café quente por outros detentos, sem falar na economia aos cofres públicos de quase US$ 100, 000.00/ano. 


Quando os detentos reclamaram, ele respondeu:

- Isto aqui não é hotel 5 estrelas e se vocês não gostam, comportem-se como homens e não voltem mais.

Distribuiu uma série de vídeos religiosos aos prisioneiros e não permite quaisquer outros tipos de vídeo na prisão.

Perguntado se não teria alguns vídeos com o programa do partido democrata para distribuir aos detentos, respondeu que nem se tivesse, pois provavelmente essa era a causa da maioria dos presos ali estarem.

Com a temperatura batendo recordes a cada semana, uma agencia de noticias publicou:

Com a temperatura atingindo 116 F , ( 47 C ), em Phoenix no Arizona, mais de 2000 detentos na prisão acampamento de Maricopa tiveram permissão de tirar o uniforme da prisão e ficar só de shorts, (cor de rosa), que os detentos recebem do governo.

Na última quarta feira, centenas de detentos estavam recolhidos às barracas,
aonde a temperatura chegou a atingir a marca de 138°F , ( 60°C ).

Muitos com toalhas cor de rosa enroladas no pescoço estavam completamente encharcados de suor.

Parece que a gente está dentro de um forno, disse James Zanzot
que cumpriu pena nessas tendas por um ano. 




Joe Arpaio, o xerife durão que inventou a prisão-acampamento, faz com que os detentos usem uniformes cor-de-rosa e não faz questão alguma de parecer simpático.

Diz ele aos detentos:

- Nossos soldados estão no Iraque onde a temperatura atinge 120°F ( 50°C ), vivem em tendas iguais a vocês, e ainda tem de usar fardamento, botinas, carregar todo o equipamento de soldado e, além de tudo, não cometeram crime algum como vocês, portanto calem a boca e parem de reclamar '.

Se houvessem mais prisões como essa, talvez o número de criminosos e reincidentes diminuísse consideravelmente.



Criminosos têm de ser punidos pelos crimes que cometeram e não serem tratados a pão-de-ló, tendo do bom e melhor, até serem soltos pra voltar a cometer os mesmos crimes e voltar para a vida na prisão, cheia de regalias e reivindicações.

Muitos cidadãos honestos, cumpridores da lei, e pagadores de impostos não tem, por vezes, as mesmas regalias que esses bandidos tem na prisão.

(*) Artigo extraído e traduzido de um documentário da televisão Americana...
Os fatos acima são verídicos e a prisão-acampamento está lá em Maricopa - Arizona.

  

Relator propõe piso de R$ 4,5 mil para PMs e bombeiros militares

06 Novembro 2009


O relator da proposta de piso salarial nacional para policiais militares e bombeiros militares (PEC 300/08), deputado Major Fábio (DEM-PB), apresentou substitutivo que prevê piso de R$ 4,5 mil para essas categorias. O substitutivo, no entanto, evita a vinculação direta desse piso com os salários dos policiais e bombeiros do Distrito Federal, o que estava previsto no texto original da PEC. Para o relator, essa vinculação é inconstitucional.

Major Fábio explicou que o objetivo de seu texto não é promover um aumento excessivo nos gastos e sim propor um salário digno aos policiais. "Não queremos que um policial militar vá morar em um apartamento caro, na beira da praia. Queremos que continue morando onde mora, mas com dignidade, em uma casa própria e com conforto para ele e a família."

A comissão especial que analisa a PEC encerrou a reunião após a apresentação do substitutivo. A previsão é que a comissão vote a proposta no próximo dia 17. Depois de passar pela comissão, a PEC ainda precisará ser votada pelo Plenário.

SIMPSONS no BRASIL

05 Novembro 2009



A família mais escrachada , Os Simpsons, visitou  o Brasil com o episódio "Blame It on Lisa" ("A Culpa É de Lisa"
Para começar, o garoto Ronaldo agradece a Lisa, numa fita de vídeo, pela ajuda com a qual ele pôde comprar seus primeiros sapatos e uma porta para o seu orfanato _o Orfanato dos Anjos Imundos. "Assim posso me defender dos macacos", disse Ronaldo, correndo para dentro da instituição para fugir de uma horda de símios.

Eis que Homer Simpson é sequestrado à mão armada por um taxista carioca, em cujo táxi há uma placa na porta em que se lê "táxi ilegal" (ah, se todos os táxis ilegais fossem óbvios assim...).

Os sequestradores levam o pai de Bart direto para a floresta Amazônica, de barco, e o deixam preso numa cabana. Todo mundo sabe que o Rio fica bem longe do Amazonas, mas e daí?
A desonestidade do carioca fica evidente ainda na cena em que Bart conversa com uma feirante sobre Ronaldo, e ele pergunta se a moça o conhecia.
"Não, só estava distraindo você enquanto os trombadinhas batiam a sua carteira", responde a vendedora para um Bart atônito, cercado de... trombadinhas.
Os brasileiros também são mostrados como pessoas "sexualmente ambíguas", nas palavras da mãe Marge, que ficou "confusa" com isso durante um desfile de escola de samba.
VEJA O EPSISODIO >>>>>>>>>>


O QUE É SER POLICIAL MILITAR?

30 Outubro 2009





> *Em um momento inspirado, o autor do texto desabafou em uma comunidade
> de
> Direitos Humanos no Orkut sobre o que é ser policial militar (pois
> criticavam os policiais, só para variar). O texto é de uma pessoalidade
> ímpar e paradoxalmente gera uma identificação imediata por qualquer PM.
> Soôu
> (soou) quase como uma oração, por isso se você é policial militar leia
> até o
> fim e diga se já não se encontrou em alguma situação citada nestas
> linhas.
> Caso não seja PM, aconselho do mesmo modo a leitura. Talvez assim
> entenda o
> quanto esta profissão é árdua.
> *
>
> *ANTES DE SER POLICIAL CIVIL, EU FUI POLICIAL MILITAR;
>
> ANTES DE SER POLICIAL MILITAR, EU FUI CARTEIRO;
>
> ANTES DE SER CARTEIRO, FUI BOMBEIRO;
>
> ANTES DE SER BOMBEIRO, FUI COBRADOR DE ÔNIBUS;
>
> ANTES DE SER COBRADOR DE ÔNIBUS, FUI FUZILEIRO NAVAL;
>
> E ANTES DE SER FUZILEIRO, FUI PALHAÇO DE CIRCO.
>
> PARALELAMENTE A ESTAS PROFISSÕES, SOU DESENHISTA DE QUADRINHOS E
> PROGRAMADOR
> DE JOGOS PARA WEB, ALÉM DE LECIONAR HISTÓRIA QUANDO ESTAVA NA UFRN.
>
> Como desenhista de quadrinhos, ouço de alguns, SEMPRE, que sou um
> desocupado.
> Como programador de jogos, ouço de alguns, SEMPRE, que sou um nerd
> idiota.
> Como palhaço de circo, ouço de alguns, ATÉ HOJE, que aquilo é vida de
> vagabundo.
> Como fuzileiro naval, ouvi de muitos, que fui um BONECO DO ESTADO.
> Como cobrador de ônibus, ouvi de muitos, que eu era um ladrão, por não
> ter,
> às vezes, moedas de R$ 0,01 e R$ 0,05, para dar de troco.
> Como carteiro, guardo cicatrizes, para o resto de meus dias, de
> mordidas de
> cães e de acidentes de trabalho, como atropelamentos, causados pelos
> ?ZECAS?
> da vida, além de ouvir DE TODAS AS MÃES COM AS QUAIS ME DEPARAVA, que
> eu era
> ?O HOMEM DO SACO? que iria raptar as criancinhas.
> Como bombeiro, NUNCA recebi um ?obrigado?, ao retirar um gatinho de uma
> árvore, nem por mergulhar num esgoto, para salvar uma pessoa que foi
> levada
> por uma enxurrada. Tive que aprender a me ACOSTUMAR com isso, além de
> começar a compreender como a linha da vida é tênue e a matéria se
> desfaz por
> besteira.
> Como POLICIAL MILITAR, enfrentei O MAIOR CHOQUE CULTURAL DE MINHA VIDA,
> ao
> ter de argumentar com todo tipo de pessoas, do mendigo ao magistrado,
> entrar
> em todo tipo de ambiente, do meretrício ao monastério.
> Como POLICIAL MILITAR, fui PARTEIRO, quando não dava tempo de levar as
> grávidas ao hospital, na madrugada;
> Como POLICIAL MILITAR, fui psicólogo, quando um colega discutia com a
> esposa, diante da incompreensão dela, às vezes, com a profissão do
> marido;
> Como POLICIAL MILITAR, fui assistente social, quando tinha de confortar
> A
> MÃE DE ALGUMA VÍTIMA assassinada por não possuir algo de valor que o
> assaltante pudesse levar;
> Como POLICIAL MILITAR, fui borracheiro e mecânico, ao socorrer idosos e
> deficientes com pneus furados;
> Como POLICIAL MILITAR, fui pedreiro, ao participar de mutirões para
> reconstruir casas destruídas por enchentes;
> Como POLICIAL MILITAR, fui paramédico fracassado, AO VER UM COLEGA IR A
> ÓBITO A BORDO DA VIATURA;
> Como POLICIAL MILITAR, fui paramédico realizado, ao retirar uma espinha
> de
> peixe da garganta de uma criança;
> Como POLICIAL MILITAR, fui apedrejado por estudantes da mesma escola na
> qual
> estudei E FUI PROFESSOR, por pessoas do mesmo grêmio do qual participei;
> Como POLICIAL MILITAR, fui obrigado a me tornar gladiador em arenas
> repletas
> de terroristas, que são os membros de torcidas organizadas, em jogos de
> times pelos quais nem torço;
> Como POLICIAL MILITAR, sobrevivi a cinco graves acidentes com viaturas,
> nunca a menos de 120km/h, na ânsia de chegar rápido àquela residência
> onde a
> moça estava sendo estuprada ou na qual um idoso estava sendo espancado;
> Como POLICIAL MILITAR, fui juiz da vara cível, apaziguando ânimos de
> maridos
> e mulheres exaltados, que após a raiva uniam-se novamente e voltavam-se
> contra a POLÍCIA;
> Como POLICIAL MILITAR, fui atropelado numa BLITZ, por um desses
> cidadãos QUE
> POR MEDO DA POLÍCIA, AFUNDOU O PÉ NO ACELERADOR E PASSOU POR CIMA DE
> VÁRIOS
> COLEGAS;
> Como POLICIAL MILITAR, arrisque-me a contrair vários tipos de doenças,
> ao
> banhar-me com o sangue de vítimas às quais não conhecia, mas que tinha
> OBRIGAÇÃO de TENTAR salvar;
> Como POLICIAL MILITAR, arrisquei contaminar toda a minha família com os
> mesmos tipos de doenças, pois ao chegar em casa, minha esposa era a
> primeira
> a me abraçar, nunca se importando com o cheiro acre de sangue alheio,
> nem
> com as manchas que tinha de lavar do uniforme;
> Como POLICIAL MILITAR, fui juiz de pequenas causas, quando EM MINHA
> FOLGA,
> alguns vizinhos me procuravam para resolver SEUS problemas;
> Como POLICIAL MILITAR, fui advogado, separando, na hora da prisão, os
> verdadeiros delinquentes dos ?LARANJAS?, quando poderia tê-los posto no
> mesmo barco;
> Como POLICIAL MILITAR, fui o homem que quase perdeu a razão, ao flagrar
> um
> pai estuprando uma filha, ENQUANTO A MÃE O DEFENDIA;
> Como POLICIAL MILITAR, fui guardião de mortos por horas a fio, sob o
> sol, a
> chuva e a neblina, à espera do RABECÃO, que, já lotado, encontrava
> dificuldade para galgar uma duna mais alta, ou para penetrar numa mata
> mais
> densa;
> Como POLICIAL MILITAR, fiquei revoltado, ao necessitar de um leito para
> minha esposa PARIR, e ao chegar NO HOSPITAL DA POLÍCIA, deparar-me com
> um
> traficante sendo operado por um médico particular;
> Como POLICIAL MILITAR, fui o cara que mudou TODOS os hábitos para
> sempre,
> andando em estado de alerta 25 horas/dia, sempre com um olho no peixe e
> outro no gato, confiando desconfiado.
> Como POLICIAL MILITAR, fui xingado, agredido, discriminado, vaiado,
> humilhado, espancado, rejeitado, incompreendido.
> Na hora do bônus, ESQUECIDO;
> Na hora do ônus, CONVOCADO.
> Tive de tomar, em frações de segundo, decisões que os julgadores, no
> conforto de seus gabinetes, tiveram meses para analisar e julgar.
> E mesmo hoje, calejado, ainda me deparo com coisas que me surpreendem,
> pois
> afinal AINDA sou humano.
> Não queria passar pelo que passei, mas fui VOLUNTÁRIO, ninguém me laçou
> e me
> enfiou dentro de uma farda, né? Observando-se por essa ótica, é fácil
> ser
> dito por quem está ?DE FORA?, que minha opinião NÃO IMPORTA, ou que
> simplesmente, não existe.
> AMO O QUE FAÇO E O FAÇO PORQUE AMO. Tanto que insisto em levar essa
> vida, e
> mesmo estando atualmente em outra esfera do serviço policial, sei que
> terei
> de passar por tudo de novo, a qualquer hora, em qualquer dia e em
> qualquer
> lugar.
> E O FAREI, SEM RECLAMAR, NEM RECUAR.
>
> Porque se o Senhor não guarda a cidade, em vão vigia a sentinela.
>
> Por isso é que fazemos nossa parte:
>
> "VIGILANTES SEMPRE!"
>
> Que Deus abençoe a todos.

> *

VEM AÍ O PAT - PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO TRÁFICO

27 Outubro 2009



*rRECEBI POR EMAIL  ,ENTÃO RESOLVI POSTAR AQUI. COMENTEM
O projeto que livra a cara dos “pequenos (?) traficantes” será assinado pelo deputado Paulo Teixeira (PT-SP). Embora ele certamente concorde com a tese, é só uma espécie de laranja da idéia. Ela nasceu mesmo foi no Ministério da Justiça, de que é titular Tarso Genro, aquele que já atuou como uma espécie de advogado informal de Cesare Battisti, o homicida italiano. Tarso é assim: onde houver uma boa causa, ele está lá.
Ora, gente, por que tanto espanto? Nova York reduziu drasticamente o crime prendendo grandes e pequenos bandidos, coibindo tanto o crime grande quanto aquele antes considerado irrelevante. Até São Paulo — digo “até” porque a esquerdopatia dominante tenta esconder o fato de que o índice de homicídios em São Paulo caiu 70% em 12 anos — é um bom exemplo de que, quanto mais bandido dentro da cadeira, menos crimes fora dela. Que coisa espantosa, não?
Embora a gente tenha jabuticaba, pororoca e Tarso Genro, a lógica funciona no Brasil também. Mas o país sempre procure fazer o contrário do que ela indica.
Ora, o que vai acontecer com o “pequeno (?) traficante” quando for solto? Vai procurar emprego, é claro! Vai querer carteira assinada. Volto àquele negócio do fatalismo. Acreditamos que há forças superiores às quais ninguém resiste: uma delas é trabalhar para o bem do Brasil, não é mesmo? Vejam  o caso de muitos políticos: entre o trabalho e a política, escolheram o quê?  O “pequeno(?) traficante”, tadinho, não havia descoberto ainda que pegar no batente é muito mais gostoso do que vender uns papelotes e umas trouxinhas. E também rende mais, não é mesmo?
“Como, Reinaldo? Você está sugerindo que é mais fácil ganhar a vida no crime?” SUGERINDO??? EU NUNCA SUGIRO NADA!!! EU SEMPRE AFIRMO!!! EU ESTOU AFIRMANDO QUE É MAIS FÁCIL GANHAR GRANA SENDO CRIMINOSO DO QUE SENDO TRABALHADOR.
E é por isso que o risco tem de ser enorme, entenderam? Caiu? Dançou! Cana no bicho! É um clichê, eu sei. Mas o fato é que o crime não pode compensar.  O diabo é que, no Brasil, ser trabalhador rende menos e pode ser até mais perigoso. Sem contar que, se o coitadinho conseguir um salariozinho um pouquinho melhor, que lhe permite morar em algum conjugado na periferia, já é obrigado a pagar Imposto de Renda. A bandidagem, por óbvio, não tem de contribuir…
Sem trocadilho, o “pequeno (?) traficante” está iniciando uma carreira, não é mesmo? Solto, vai poder se especializar. Ou alguém acha que ele vai se dedicar à leitura de Schopenhauer? A proposta explica por que chegamos aqui.
Mas eu estou certo de que haverá um programa de acompanhamento para o companheiro iniciante no tráfico. Sugiro o programa Bolsa Pó ou Bolsa Maconha. Ou, então, o PAT: Programa de Aceleração do Tráfico.

Coisa de gênio! Proposta para livrar da prisão pequenos traficantes tem apoio do governo


No Globo Online. Comento:
O Ministério da Justiça decidiu apoiar o fim da pena de prisão para pequenos traficantes de drogas que não tenham cometido atos de violência e não apresentem vínculo com organizações criminosas. Caberá ao deputado Paulo Teixeira (PT-SP) assinar o projeto.
O texto ainda está em estudo, mas também deve exigir que os réus apresentem bons antecedentes para ter direito à pena alternativa. O secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Pedro Abramovay, disse esperar que a mudança seja aprovada até a metade do ano que vem.
- Nós sabemos o que acontece nos presídios: as pessoas são detidas com pequenas quantidades de droga e acabam entregues de mão beijada para as organizações criminosas. É preciso separar o pequeno do grande traficante. Não haverá projeto de iniciativa do governo, mas vamos apoiar a proposta de mudança no Congresso - disse Abramovay.
A ideia é mudar a lei para oferecer penas alternativas a essas pessoas, o que evitaria que elas sejam recrutadas pelas facções que dominam muitos presídios brasileiros.
Para o deputado Paulo Teixeira, a alteração na lei antidrogas permitirá que polícia, Ministério Público e Judiciário concentrem esforços no combate ao crime organizado. Ele disse que a proposta não é ideológica e visa a tornar mais eficiente a repressão aos grandes traficantes.
- O aparato do Estado deve ser mobilizado para pegar os peixes grandes, não os pequenos. Estamos prendendo muitos bandidos pés-de-chinelo e sobrecarregando a polícia e a Justiça. É uma questão pragmática que precisamos enfrentar - disse.
Comento
Pensem comigo. Faz todo sentido! É lógica pura! Como é que o Brasil vai combater os grandes traficantes? Ora, soltando os pequenos!

Mandem nossas homenagens ao deputado PAULO TEIXEIRA:

dep.pauloteixeira@camara.gov.br

Endereço para correspondência:

Gabinete 281 - Anexo III
Câmara dos Deputados
Praça dos Três Poderes
Brasília - DF
CEP: 70160-900




Ajude a ampliar o teto da bolsa-formação

Vamos nos mobilizar para ampliar esse teto. Vamos todos escrever para o ministro Paulo Bernardo e também para o presidente da República, a quem compete, ao final, encaminhar a proposta do Ministério da Justiça.
A proposta de ampliar o teto salarial de policiais que podem requerer a bolsa-formação está hoje na Secretaria Executiva do Ministério do Planejamento.




Como contribuir?
O endereço eletrônico do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, é ministro@planejamento.gov.br. Para remeter correspondência eletrônica ao presidente da República, é necessário preencher alguns quesitos de identificação (veja aqui). Outra alternativa é encaminhar a mensagem para protocolo@planalto.gov.br. Escreva e cobre a ampliação da bolsa-formação: a participação dos colegas gaúchos fortalece a interlocução do sindicato e a luta coletiva dos trabalhadores da segurança pública de todos os estados.






Inglês acompanha rotina do Bope no Rio

26 Outubro 2009


DOCUMENTÁRIO MOSTRA A ROTINA DO BOPE  POR MEIO DE UM OFICIAL INGLÊS NO RIO...



PEC 300

22 Outubro 2009


SÓ PRA NÃO ESQUECERMOS

FUNCIONAMENTO DO REVÓLVER E PISTOLA