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domingo, 5 de abril de 2015

soldados: E nós, que faremos?



João comeu gafanhotos (um inseto considerado limpo e comestível pelos Levitas) e mel silvestre. Essa comida certamente parece estranha para nós, João usava um cinto de couro, uma vestimenta comum para pessoas pobres daquela época, e uma túnica de pele de camelo.


Se você tivesse visto João o Batista andando pela rua, provavelmente seria muito repulsivo para você. Algumas das pessoas da sua época disseram que ele era possuído pelo demônio, porque não bebia vinho, produtos derivados de uva ou bebida forte.

As multidões que ouviam João perguntaram: “Que havemos, pois, de fazer? (Lc 3.10). As obras seguem a fé. A nossa fé em Cristo implica no compromisso com Deus e com o próximo. Ao primeiro grupo, João diz: “quem tiver duas túnicas reparta com quem não tem; e quem tiver comida, faça o mesmo” (Lc 3.1 l). Aos publicamos, cobradores de impostos, Ele exorta: “Não cobreis mais do que o estipulado” (Lc 3.13). Aqui entendemos porque Zaqueu estava disposto a devolver o produto da defraudação. João deixa claro que o evangelho da graça muda as pessoas por completo e as faz sensíveis às carências do próximo, É o evangelho integral. O evangelho de Jesus muda as pessoas de injustas para justas; de desonestas para honestas; de mentirosas para verdadeiras; de hipócritas para sinceras; de egoístas para liberais e de arrogantes para humildes. Mas ele vai adiante e trata de um terceiro grupo que é dos soldados. Eles perguntam: “E nós, que faremos?”(Lc 3,14). A resposta do profeta é incisiva: ‘A ninguém maltrateis, não deis denúncia falsa e contentai-vos com o vosso soldo” (salário de militar) (Lc 3.14).

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