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domingo, 2 de outubro de 2011

Armas usadas pelas forças de segurança RJ

Os acontecimentos no Rio de Janeiro, envolvendo a forte – e, há muito, aguardada – ação/reação das forças policiais e militares contra os criminosos do narcotráfico chamou muito atenção pelos seus equipamentos.



Observadores externos tiveram uma oportunidade única de se constatar a enorme variedade de armamento empregado nos confrontos. Além de material apresentado em sites oficiais dos órgãos de imprensa e de mídia exclusivamente eletrônica, Anonimos tambem aproveitaram o momento.


Quem pensa que os equipamentos usados pelas forças de segurança são obsoletos etc.. Veja fotos dos equipamentos usados pelas forças de segurança nas ações. Uma pequena amostra.




As equipes da Polícia Federal estão quase todas equipadas com os novíssimos Hecker and Koch G36, calibre 5,56 x 45 mm e tiro seletivo (cadência cíclica: 750/800 disparos/min), de fabricação alemã. O agente da foto tem nas mãos um G36K, versão compacta (ou carabina), com cano de 320 mm e peso de 2,8 kg. A arma está dotada de um sistema integral de mira dupla, com uma retícula de 1,5X e, logo acima, um sistema de ponto vermelho.







Equipe de motociclistas do Batalhão de Choque da PMERJ em deslocamento, estando o carona com um Para-FAL (cano de 533 mm), calibre 7,62 x 51 mm, com a coronha rebatida para facilitar o transporte e manuseio nesta situação. Este fuzil, fabricado no Brasil pela Fábrica de Itajubá da IMBEL - Indústria de Material Bélico do Brasil, veio, como os demais da corporação, de estoques do Exército Brasileiro. Pode ser notado que o ponto de fixação dianteiro da bandoleira foi deslocado da argola de fixação para um ponto junto à mão de apoio do atirador, numa configuração mais compacta.




Em posição de tiro junto a um muro, três policiais militares do Batalhão de Choque estão com carabinas IMBEL MD-97LC, calibre 5,56 x 45 mm e cano de 330 mm , recentemente adquiridas pela Secretaria de Segurança do Estado do Rio. São armas desenvolvidas aqui no Brasil com base no FAL, mas, com um sistema de trancamento de culatra diferente (ferrolho rotativo, em vez de basculante) . O regime de tiro é apenas semi-automático e os carregadores de 30 tiros são do padrão M16/M4.






Outra imagem de integrantes do Batalhão de Choque da PMERJ, com seu característico uniforme de camuflagem urbana, utilizando as carabinas MD-97LC, de fabricação nacional. O quebra-chamas da arma é bem mais curto do que aquele originalmente usado no FAL, a MD-97LC pesando cerca de 3,5 kg.






Paraquedistas do EB em deslocamento numa viatura leve aberta, com seus Para-FAL.




Policial civil da CORE – Coordenadoria de Recursos Especiais abrindo fogo com uma carabina Colt Modelo 733 Commando, calibre 5,56 x 45 mm, amplamente usada pela Secretaria Estadual de Segurança Pública do RJ. Com cano de 290 mm, é o mais compacto dos modelos da família M16/M4. Junto ao estojo deflagrado saindo da arma, ficam evidentes, no ar, pequenos detritos levantados pelo sopro produzido ao redor da boca do cano, que estava próxima a um muro.






Integrante da CORE com sua carabina Colt Commando, calibre 5,56 x 45 mm, seguido de colegas armados com fuzis Para-FAL, calibre 7,62 x 51 mm. Pode ser notado que a arma encontra-se com sua coronha metálica telescópica recolhida, o que reduz o comprimento total de 760 para 680 mm.




Militar paraquedista do EB em posição de tiro com um Para-FAL dotado de luneta. Embora não seja, exatamente, um fuzil para caçador (“sniper”), a adição da pequena luneta oferece ao atirador condições de mira bem superior ao que proporcionam as miras mecânicas convencionais. Observar que a mão de apoio do militar está pressionando a coronha por baixo, posição característica para um operador experiente, muito embora o fato da arma estar apoiada sobre o cano (e, não, sobre o guarda-mão) possa contribuir para perda de precisão no tiro.






Embarcados numa viatura blindada de transportes de tropas EE-11 Urutu do EB, soldados com fuzis Para-FAL (com luneta) e FAL. Parcialmente visível, ao fundo, o operador da metralhadora FN MAG, também em calibre 7,62 x 45, que equipa a viatura.






Militares do Exército Brasileiro em deslocamento embarcados num EE-11 Urutu. A metralhadora MAG está com a fita de munição na posição de uso imediato, inserida na arma.






 Este cabo de um dos batalhões da PMERJ está em plena ação... com uma velha metralhadora leve Madsen, de fabricação dinamarquesa, cujo projeto original data do início do Século 20! Utilizada durante décadas pelo Exército Brasileiro, em calibre 7 x 57 mm, teve (década de 1970-80,aproximadamente) um bom número modificado para utilizar munição 7,62 x 51 mm, algumas dessas armas posteriormente sendo transferidas para a PM do Rio de Janeiro. De operação por recuo e tiro seletivo (cadência cíclica reduzida: 400 disparos/min), tem um característico carregador vertical curvo de 30 tiros e pesa cerca de 10 kg. Originalmente, devido ao seu peso e dimensões (comprimento total de 1.200 mm), era usada com um bipé rebatível, mas, esta arma está sem este acessório. Por outro lado, parte do cano foi envolvido por um material improvisado de isolamento térmico, para funcionar como guarda-mão.


Fuzileiro Naval em posição de tiro com seu fuzil Colt M16A2, calibre 5,56 x 45 mm, dotação oficial desta tropa da Marinha de Guerra. Algumas unidades, como o Batalhão Tonelero, de operações especiais, são equipadas com o modelo M4, de coronha retrátil.




Agente da Polícia Federal com carabina Heckler and Koch G36K, calibre 5,56 x 45 mm. De tiro seletivo (semi, auto e rajadas de 2 tiros), possui carregador de 30 tiros feito de material sintético translúcido, que permite a rápida visualização do número de cartuchos disponíveis no momento. Os ressaltos (pinos) existentes nos lados do carregador permitem a acoplagem de dois ou mais. A coronha, também de polímero, é rebatível para a direita da arma, tornando-a mais compacta para transporte, mas, ao mesmo tempo, não interferindo no uso em tiro. O operador, como se vê, é canhoto.








Outra visão de uma Heckler and Koch G36K em ação, podendo ser observado que o operador tem, em sua arma, dois carregadores acoplados. Destaque para a estrutura, sobre a arma, em que está montado o característico aparelho de pontaria duplo (retícula e ponto vermelho). O quebra-chamas é do tipo aberto, com ranhuras longitudinais.






 Policial civil da CORE com carabina Colt M4, calibre 5,56 x 45 mm. Sobre a estrutura (a tal “alça de transporte”...) da alça de mira foi adaptado um trilho de acessório, onde está uma mira holográfica (ponto luminoso), muito útil em tiros com visada rápida, com ambos os olhos abertos.
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