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sábado, 27 de setembro de 2014

Os piores seriais killers Brasileiros.




Província de Porto Alegre, 1863, o que mais parecia ser um filme de terror, era realidade, um dos mais conhecidos casos de serial killer do brasil. José Ramos era um homem aparentemente culto, elegante, costumava frequentar as casas de ópera da cidade. Muito viajado, José era conhecido por seus embutidos artesanais. O que ninguém sabia, e que por trás da boa pinta, ele e sua esposa não passavam de caçadores de gente.

Sua mulher, Catarina, seduzia viajantes para a casa do casal, lá as vítimas eram distraídas com conversas, recebiam bebida e comida, quando menos esperavam, Ramos rachava suas cabeças com uma machadinha. Com a ajuda de Carlos Claussner, o açougueiro degolava, esquartejava, picava e guardava as vítimas em baús, moendo aos poucos, transformando nas famosas linguiças que eram vendidos no açougue da ponte, hoje rua Riachuelo.

Os crimes da rua do Arvoredo só foram descobertos em meados de 1894, quando chocou os cerca de 20 moradores de Porto Alegre, Ramos foi condenado a forca pelos crimes, sua mulher internada em um hospício onde acabou por morrer louca, Carlos, naquela altura já tinha virado linguiça. Ninguém sabe quantas vítimas foram mortas por este, que é um dos mais apavorantes Killers da história brasileira.




José Augusto do Amaral era escravo, e foi liberto pela lei áurea, após, entrou para o exército onde serviu o país na Guerra de Canudos sendo promovido a tenente.

Amaral tentou se desertar. Mas, foi pego e preso, sendo condenado a sete meses de prisão. Foi para São Paulo onde passou a viver de bicos, mas logo foi preso novamente, indiciado por estupro, e estrangulamento a três pessoas.

O que chamava a atenção, era a frieza que ele tinha para matar suas vítimas, a primeira, tinha 27 anos, um homem, Antônio Sanchez. Homem no qual ele conheceu na Praça Tiradentes depois de lhe pedir fósforos, após algum tempo de conversa, foram para um bar tomar café e combinaram de assistir a uma partida de futebol.



A sua segunda vítima, tinha apenas 10 anos, isso mesmo, 10 anos, Preto Amaral atraiu o garoto José Felippe Carvalho com balões. O corpo foi encontrado 13 dias depois sem os membros superiores.

A terceira vítima era um menino de 15 anos, que foi abordado por Amaral,  no mercado público, região central da cidade. Amaral ofereceu almoço ao menino Antônio Lemos. Quando esse garoto foi encontrado, a polícia percebeu que não se tratava de um assassino qualquer, mas não havia sequer uma pista de quem era o assassino, até que um engraxate, um garoto de 9 anos conseguiu se escapar.

O assassino tinha levado o menino para baixo de uma ponte e já o estrangulava, quando ouviu vozes, e, assustado se descuidou e deixou o garoto fugir, quando foi pego, Amaral foi torturado na prisão, e confessou seus crimes, tempos depois foi encontrado morto em sua cela.




Frebrônio Índio do Brasil, o apelido, "Filho da Luz", provavelmente se deriva de uma tradução livre do nome Lúcifer. 

Febrônio atraía as vítimas com promessas de emprego, as levava até a Isolada Ilha do Ribeiro onde as estuprava, matava sufocando-as, e ainda tatuava o número DCVXVI, ele tentou matar outros rapazes entre 14 e 8 anos que escaparam depois de sessões de tortura e estupro. As vítimas eram todas homens ou crianças.

Febrônio morreu louco em um hospício, com 89 anos.




José Paes Bezerra está solto desde 2001, seus crimes foram cometidos na década de 60 e 70. Bezerra ficou conhecido como o mostro do Morumbi, e confessou a morte de 24 mulheres, mas só foi condenado por 4 mortes.

As vítimas eram sempre mulheres, que eram encontradas nuas e amarradas com suas próprias peças de roupas, continham marcas de enforcamento e sua boca e nariz entupidas com jornal.

Bezerra foi denunciado pela própria esposa, por que ele além de matar as mulheres, levava a ela, como presente, peças de roupas, jóias, sapatos entre outras coisas das próprias vítimas. A situação foi saindo fora do controle, o perfil das assassinadas eram parecidas com o de sua mãe, já que a mãe dele, era prostituta.




Esse talvez seja o mais recente e o que mais tenhamos ouvido falar. Um motoboy, atraia as mulheres que queriam ser modelos, com a falsa proposta de um ensaio fotográfico.

As vítimas eram levadas até o Parque do Estado, entre São Paulo e Diadema, no interior paulista. Lá, estrangulava, estuprava, e lá mesmo deixava os corpos. Normalmente, as vítimas eram mortas com cadarços, ou cortinas.



Por muito tempo foi considerado o pior serial killer brasileiro. Marcelo costa de Andrade matou brutalmente 13 garotos, que tinham entre 6 e 13 anos no Rio de Janeiro.

A crueldade com que ele matava os garotos era inacreditável, digna de filmes de terror. Marcelo atraia os garotos até lugares desertos, lá estuprava e enforcava, em seguida bebia seu sangue, para ficar jovem e bonito como eles.



Acredite se quiser, Marcelo foi A-B-S-O-L-V-I-D-O pela justiça, por ser considerado inimputável. Além disso, ele disse não sentir remorso do que fez, ele era homossexual e evangélico, e no seu julgamento proferiu a frase: "O pastor disse que as crianças vão automaticamente para o céu quando morrem antes dos 13. Então eu sei que eu fiz um favor os enviando para o céu". 
Foi mandado para o hospital psiquiátrico de Niterói.


Matar, é como tomar sorvete! Depois que você toma o primeiro, tem vontade de tomar o segundo e não parar mais.

Essa foi a frase que Fortunato Botton Neto disse aos polícias em seu depoimento. Foram 13 vítimas, todos homens de 30 a 60 anos, bem sucedidos e homossexuais. 

Fortunato era garoto de programa, as vítimas ligavam, marcavam um encontro, ou até mesmo pediam para que fossem em seu apartamento, lá eles bebiam, até que a vítima ficasse totalmente alcoolizada. Após, amarrava seus pulsos e tornozelos, estrangulava, ou matava a golpes de faca ou chaves de fenda.

Ele foi condenado por 3 dos 7 crimes que cometeu, e morreu na prisão em 1997, com broncopneumonia, decorrente de AIDS.


Esse título não é atoa, a crueldade e o número de vítimas, e o estilo de suas vítimas é o que mais choca. Foram 42 meninos, que tinha entre 6 e 15 anos de idade.

Francisco das Chagas Rodrigues de Brito matou entre 1989 e 2004, foram 3 vezes mais vítimas do que o Vampiro de Niterói, considerado até então o pior. Mas a coroa caiu para o Vampiro, quando Brito foi pego, o motivo? Ele dizia estar em uma passagem bíblica: "Isaías 14:21: Preparai a matança para os filhos por causa da maldade de seus pais, para que não se levantem, e possuam a terra, e encham o mundo de cidades" apesar de ter motivos religiosos, os especialistas acreditaram que a chave foi ativada para a frieza e covardia, na sua infância, ele foi abandonado pelos pais, foi criado pela vó, que o espancava, e maltratava-o com um chicote de cipó.

O seu método era sempre o mesmo, convidava as crianças para colher frutos no mato, lá, as estrangulava, deferia pedradas, ou golpes com algum objeto cortante. Depois, as crianças eram mutiladas, seus órgãos genitais eram retirados, sem falar de partes do corpo. Era como se ele preparasse um souvenir, ossos, roupas, um dedo, uma orelha e algum pedaço amputado. Em alguns casos, estuprou e existe a suspeita de que ele tenha comido algumas partes de algumas de suas vítimas.

Em 2006 ele foi condenado a 20 anos e 8 meses de prisão pela morte de Jonathan Silva Silveira, e ainda espera julgamento de todos os outros casos.

Fontes de pesquisa:
Como tudo funciona
Fatos Desconhecidos

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