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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Travesti manda recado para público LGBT: “A criminalidade está à solta para todos. Não é só para LGBT não”. Verdade!

 Aos poucos, lésbiscas, gays, bissexuais e travestis vêm a público na internet para mostrar que entendem uma diferença fundamental nem sempre clara ao grande público: aquela que existe entre viver com essas orientações sexuais e aderir às teses e reivindicações da militância gayzista. Felizmente, alguns não só compreendem a diferença, como também já detonam os embustes do movimento político, pois não reconhecem em suas próprias experiências pessoais as bandeiras que ele levanta. É o caso, por exemplo, da travesti Talita Oliveira, que no vídeo abaixo manda um ótimo recado ao dito público LGBT. Assistam.
Na esteira das polêmicas declarações do candidato Levy Fidelix no debate da Record, diversos embustes – como sempre acontecem nesses casos – vieram à tona. Um dos exemplos foi a matéria do Globo Online, “No Brasil, homofobia matou ao menos 216 em 2014“. Confesso que este tipo – já desmascarado no capítulo “Gayzismo” do nosso best seller O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota – 

A confusão estimulada pela militância também rende curiosas reportagens de TV, como esta da Globo, ao longo da qual o repórter parece legitimar o discurso de uma ONG, até que, no fim, o diretor de Polícia Especializada Joselito Kehrle mostra que, dos 22 casos de homicídio investigados, NENHUM - vou repetir: NENHUM! – foi motivado por homofobia. Assistam.
O deputado Jean Wyllys (PSOL), um dos líderes do movimento gayzista no Brasil, costuma atribuir à homofobia todo assassinato de gays. Fez isso no caso Kaique, que depois se revelou um suicídio, admitido pela família. Fez o mesmo no caso de João Antônio Donati, no qual o suspeito confessou o crime e afirmou que teve um desentendimento com a vítima após uma relação sexual, ou seja: o assassino era gay!, embora, nas manchetes da imprensa brasileira, gays nunca matem, só morram. Wyllys ainda chegou ao cúmulo de sugerir que o avião que caiu na Ucrânia foi derrubado por levar pesquisadores do HIV.
A verdade não importa. A cada crime, o que importa é a gritaria histérica que deixe no ar a impressão de homofobia onipresente na sociedade. Ainda que algum maluco mate um gay por ser gay, coisa que raramente se comprova, a culpa individual sempre será atribuída pelos militantes à sociedade inteira, em prol de novas leis a favor do movimento. O nome disso – para dizer o mínimo – é vagabundagem moral e intelectual.
  s obre a família Bolsonaro, citei o estilista, ator, apresentador de televisão e deputado federal por São Paulo Clodovil Hernandes (1937-2009), homossexual assumido que, assim como Talita, sabia separar sua orientação sexual do movimento gayzista. E nunca é demais lembrar o vídeo do lançamento da “Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT” (antes chamada “FP pela Livre Expressão Sexual”) em 21/03/2007, no Congresso Nacional, no qual ele é vaiado por falar uma porção de coisas que desagradam aos militantes da causa.


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